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IBGE mostra crescimento do setor de serviços no Paraná
IBGE mostra crescimento do setor de serviços no Paraná
A receita nominal do setor de serviços no Paraná cresceu 5,9% de janeiro a novembro de 2014, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (22). No Brasil, o aumento foi de 6,2%.
A pesquisa abrange o segmento empresarial não financeiro, excluindo os setores da saúde, educação, administração pública e aluguel imputado. O desempenho do Estado foi positivo em todos os indicadores.
Conforme a pesquisa, o desempenho regional foi puxado pelas atividades de serviços profissionais, administrativos e complementares (10,7%), serviços prestados às famílias (8%), serviços de informação e comunicação (6,5%) e serviços de transportes e correio (3,5%).
“Mesmo diante de um ambiente econômico nacional desfavorável, o crescimento verificado no setor de serviços paranaense é resultado do dinamismo do mercado de trabalho regional, principalmente no interior do Estado, que segue gerando empregos, aumentando a disponibilidade de renda da população”, afirma o economista Francisco José Gouveia de Castro, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
NOVEMBRO - Especificamente no mês de novembro, a evolução da receita de serviços no Estado foi de 2,4% em relação a novembro 2013. No Brasil, o acréscimo foi de 3,7%.
Conforme a pesquisa, as principais contribuições positivas vieram serviços prestados às famílias (5,6%), transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (4,0%) e serviços de informação e comunicação (1,9%).
DOZE MESES – O resultado foi positivo, também, no indicador de desempenho pelo acumulado em doze meses, encerrados em novembro de 2014. O setor de serviços paranaense ampliou 6,2%, diante evolução de 6,4% para o País.
As atividades que se destacaram nesse tipo de comparação foram os serviços profissionais, administrativos e complementares (10,4%), serviços prestados à família (8,5%), serviços de informação e comunicação (6,4%) e serviços de transportes e correio (4,0%).
 
Fonte: Receita Estadual